quinta-feira, 23 de julho de 2009

Antena Wireless Caseira

Wireless? O termo Wi-Fi (Wireless Fidelity) é o termo usado para receptores de rádios. O termo começou a ser usado no Reino Unido, logo depois que uma rádio começou a transmitir para outros sinais. É um protocolo de comunicação sem fios, projetado com o objetivo de criar redes wireless de alta velocidade e que não faz mais do que transferir dados por ondas de rádio em freqüências não licenciadas. É precisamente pelo fato de serem freqüências abertas, que não necessitam de qualquer tipo de licença ou autorização do regulador das comunicações para operar, ao contrário das demais áreas de negócio, o que as torna tão atrativas. No entanto, para uso comercial é necessária licença da Anatel. No uso moderno, wireless se refere a comunicação sem cabos ou fios e usa principalmente freqüência de radio e radiação infravermelha. Por exemplo: Wi-Fi, InfraRed (infravermelho), bluetooth e Wi-Max. Sua aplicação pode ser dividida de duas formas: Indoor, quando se trata, por exemplo, da comunicação em rede de computadores que estão numa mesma sala ou prédio, ou Outdoor, quando há necessidade de uma comunicação estendida, ou seja, numa grande empresa ou mesmo num campus universitário, onde há necessidade de comunicação com outros prédios situados num mesmo local geográfico.


Antena Wireless Caseira

O objetivo deste tutorial é o de explicar como criar uma antena wireless recorrendo a uma lata de batatas fritas Pringles (as famosas Cantennas), basicamente uma variação das YAGI com 8 a 12 dB de ganho. O resultado final:



Materiais
- Lata de Pringles (bem limpa e sem gordura das batatas )
- Um conector N-FEMEA, ou algum outro que possa substituí-lo (para ligar a antena no pigtail); - Cerca de 3,2cm de fio de cobre tamanho 12 (usados nos fios de antena ou corrente nas nossas casas);
- Parafuso grande sem cabeça;

- 10 Porcas;
- 5 arruelas (anilhas);

Fase I- Receptor
I. Para começar temos que medir 8,4cm do fundo da lata e fazer um buraco de encaixe para o conector (N-FEMEA). (Atenção que centro desse buraco terá que estar a 8,4 cm do fundo da lata O objetivo é colocar nesse buraco o Conector N-Femea que deverá ficar preso e justo.



II. Depois vamos pegar no pedaço de fio de cobre e retirar o plástico de proteção. Com uma faca ou assim temos que remover o verniz (brilho) que protege o cobre.
III. Feito isto temos que encaixar o fio de cobre no conector N-Femea e soldá-lo ao conector.
E pronto temos o coletor que iremos depois ligar ao pigtail: (Atenção ao cortar o fio de cobre pois o fim dele tem que ficar exatamente no centro da lata)
IV. Agora coloca-se o coletor no seu lugar já definido na lata. Não esquecer que o fim do fio de cobre tem que ficar exatamente ao centro da lata)




V. Agora é preciso fixar a conector na lata. Para isso podemos usar uma pistola de silicone. (Mesmo usando outras opções a intenção é fixar de forma a não ser possível que se mova.)





Fase II- Antena
VI. Agora a construção efetiva da antena. Pega no parafuso, mede exatamente 15 cm e corta-o neste ponto. Depois é colocar as porcas e arruelas para formar a antena.

VII. Devem ser colocadas as porcas e arruelas segundo a imagem abaixo. Garantindo que todas
ficam aproximadamente a mesma distancia entre si.

VIII. Como dica será aconselhável colocar uma tira de cartão do diâmetro interior da lata na última arruela para evitar que o parafuso se mexa. E já agora colocar também a tampa da lata na última arruela.
IX. E pronto agora basta colocar tudo dentro da lata. (Atenção: O fio de cobre que está lá dentro não pode tocar no parafuso. Deverá ficar o mais próximo possível, mas sem que se toquem) E está pronta a antena wireless. Basta ligar o pigtail a antena e ao PC e testar o sinal obtido.


Obs.: Existe uma adaptação do tutorial original, que tem um conector “N” fêmea e um fio de cobre: Encaixe o adaptador USB dentro do buraco, deixando bem perto do parafuso (não deixe encostar) e coloque umas tiras de papelão para segurá-lo para que não caia. Se quiser, passe um pouco de cola quente só para fixar.

Confira Outras fotos para a Antena
(clicar para aumentar)



quinta-feira, 9 de julho de 2009

Wai para PC

A grande novidade do Wii e que revolucionou o modo de se jogar um game, principalmente de esportes, e responsável pelo sucesso de vendas do console, está agora disponível também para PC. O controle remoto e mais o Nunchuck fazem parte do pacote Wai For PC, que traz ainda uma unidade de Bluetooth.


O mais interessante é que o controle não serve apenas para games, mas sim para alguns aplicativos no PC, como por exemplo, Windows Media Player. E serve até para apresentações mais elaboradas usando o controle para movimentar o cursor na tela a longas distâncias, precisamente de até 4 metros. Isso porque ele também serve como Mouse e principalmente pela compatibilidade com o PowerPoint.

Como funciona? & Prós e Contras

O controle funciona a partir do leitor BlueTooth que vem no pacote. Depois de instalado, ele reconhece qualquer aparelho que tenha BlueTooth, bastando apontar para o leitor. Rápido, fácil e intuitivo.
Após o BlueTooth configurado no seu PC, você deve abrir o aplicativo do WAI e assim seguir as instruções, porque é justamente esse aplicativo que cria as configurações para todos os jogos compatíveis.

O grande problema de tudo isso é o fato do controle usar pilha. Ta certo que do Wii também usa pilha, mas também tem o mesmo problema: desconectar o tempo todo devido à pilha fraca. Mas aí você pensa: "se a pilha está fraca, é só trocar por outra". Realmente seria a lógica se a pilha acabasse por completo e daí você trocaria. Mas não é isso o que acontece. O fato é que basta a pilha cair para cerca de 50% e o controle começa a apresentar falhas de sincronismo e até desconexão. E isso irrita muito a ponto de você perder um jogo por problemas de pilhas que ainda estão na metade.

Prós

* - Uma nova maneira de se jogar um game de PC
* - Serve para apresentações multimídias
* - Funciona em qualquer PC com USB
* - Muitos jogos ótimos e recentes
* - Todos os acessórios para o console Wii servem nele
* - "Mãeeeee.. tô fazendo meu exercício diário.."

Contras

* - Atualizações de games a cada looongos três meses.
* - Não vem uma correia de segurança.
* - Material usado é "frágil".
* - Pilha dura pouquíssimo, até começar a apresentar falhas.
* - O Preço do equipamento.

Os Jogos
O software que vem com o controle já arruma tudo isso pra você de forma automática. Ele reconhece os jogos instalados no seu PC, somente os que tiverem compatibilidade com o controle - e os configura direitinho, sem necessidade de se entrar no menu de configuração de controles. Vale lembrar que no pacote do Wai vem grátis jogos de esporte nos mesmos moldes do Wii Sports, com tênis, boliche, etc. Confira uma pequena lista com os melhores e também os mais recentes games compatíveis:

* - Need for Speed Most Wanted
* - Need for Speed Pro street
* - Resident Evil 4
* - Alpine Ski Racing 2007
* - Assassin's Creed
* - Beijing 2008
* - Devil May Cry 3
* - Devil May Cry 4
* - GTA San Andreas
* - Hulk
* - Kung Fu Panda
* - NBA Live 2008
* - NBA 2k9
* - NHL 2008
* - Onimusha 3
* - Mirror's Edge
* - Pro Evolution Soccer 2008
* - PGA Tout Golf 2008
* - SBK Superbike 2008
* - Prince of Persia
* - Tomb Raider Underworld
* - Splinter Cell Double Agent
* - Virtual Tennis 3


Além desses jogos, existem muitos outros clássicos como Red Baron, Street Basketball, House of Dead 3, Virtua Cop 2, Urban Freestyle Soccer, WWE Raw, dentre muitos outros.

Dor no corpo ... ?!!?

Exatamente isso que você, leu! O console Wii da Nintendo, definitivamente não foi feito para sedentários, quem nunca faz exercícios físicos. Acontece que por usar um controle de movimentos, é necessário um esforço físico e repetido para se jogar qualquer game, gerando muito desconforto muscular horas mais tarde. Repetindo, isso só acontece no início e se você não tiver hábito de andar, correr, ou qualquer outro exercício físico, por menor que seja.

Mesmo que você não faça exercícios físicos, não se preocupe, porque essa dor inicial é normal. Até mesmo se você jogar Ping Pong a tarde toda, no dia seguinte você estará com os braços doendo bastante. E conforme você vai jogando ao passar dos dias, a dor diminui, até que não tenha mais dor alguma mesmo jogando o dia todo. Isso é natural, para os músculos do corpo humano se acostumarem com os movimentos.

Sendo assim, o Wai For PC funciona da mesma forma: Vai gerar um desconforto muscular no dia seguinte, caso fique jogando durante muito tempo, e conforme você vai jogando, a dor vai diminuindo a cada dia. É natural, não se preocupem!

Na época do lançamento do Wii da Nintendo, houve um estudo dizendo que as pessoas deixariam de ser sedentárias ao usar o console de movimentos. Ou seja, ajudariam as pessoas a viverem melhor e a serem mais saudáveis. Essa semana um hospital divulgou que tem usado esse controle na ajuda em tratamentos com fisioterapia, obtendo resultados ótimos, e claro isso se aplica também ao Wai For PC.




Wai for PC
(site oficial do Wai for PC)


terça-feira, 30 de junho de 2009

CamSpace: "Um novo joystick"


O CamSpace, criado pela Cam-Trax Technologies, é um software que permite jogar e interagir com o windows a partir de uma Webcam, substituindo o mouse por movimentos realizados com qualquer objeto (de preferência com cores fortes) para criar um joystick virtual, é só colocar o objeto na frente da webcam, no momento indicado pelo software, que ele passa a entender que os movimentos do objeto devem ser interpretados.

O software identifica as variações de cor do ambiente (por isso para é necessário cores fortes para que o programa diferencie) e torna estes objetos como se fosse um joystick sendo possivel controlar os jogos.

Vejamos o video de demonstração pela Cam-Trax Technologies



Cam Space
(Ste oficial)

Aplicativo CamSpace
(Baixe aqui o aplicativo)

Controladores
(Necessários para configuração de jogos)

Jogos
(Jogos preparados para CamSpace)

Tutorial
(Tutorial para instalação)



domingo, 28 de junho de 2009

Os 10 maiores Crimes Ciberneticos


A seguir, listamos alguns dos mais célebres casos de crimes cibernéticos – casos nos quais as únicas informações disponíveis são os destroços que eles deixaram para trás.



O worm WANK (outubro de 1989)
Este foi provavelmente o primeiro ataque de um “hacktivista” (o hacker ativista). O WANK foi um worm que atingiu em cheio os escritórios da NASA em Greenbelt, cidade no estado americano de Maryland. O programa invasor – cujas iniciais significam Worms Against Nuclear Killers (literalmente, “vermes contra os assassinos nucleares”) – fez aparecer um banner em todos os computadores do sistema. Foi um protesto que teve como intuito tentar impedir o lançamento da sonda Galileo (que utilizava plutônio como combustível) a Júpiter. Dizem que a NASA gastou cerca de meio milhão de dólares em tempo e recursos para fazer a limpeza completa do seu sistema. Até hoje, ninguém tem certeza de onde o ataque se originou, embora muitos dedos tenham sido apontados para hackers de Melbourne, na Austrália.

O satélite hackeado do Ministério da Defesa (fevereiro de 1999)
Um pequeno grupo de hackers do sul da Inglaterra conseguiu se apoderar do controle de um satélite (modelo Skynet) do Ministério da Defesa local. A invasão se caracterizou por aquilo que os oficiais encarregados chamaram de “guerra de informações” – o ataque ficou notório por ter prejudicado seriamente os canais de comunicação entre os órgãos militares. Ao final do ataque, os hackers reprogramaram o sistema de controle antes de serem descobertos e, embora a unidade de crimes cibernéticos da Scotland Yard e as Forças Armadas americanas tenham trabalhado em conjunto para investigar o caso, não foi efetuada nenhuma prisão.

A quebra dos cartões de crédito na CD Universe (janeiro de 2000)
Um caso de chantagem com desfecho trágico, a postagem de mais de 300 mil números de cartões de crédito pelo hacker Maxim, num web site chamado “The Maxus Credit Card Pipeline”, continua sem solução desde o começo do ano 2000, data do ocorrido. Maxim roubou as informações desses cartões ao invadir o CDUniverse.com, tendo exigido 100 mil dólares em espécie para destruir os dados. Ainda que muitos acreditem que Maxim seja do leste europeu, o caso continua em aberto.

Roubo de código-fonte militar (dezembro de 2000)
Entre as muitas coisas que ninguém gostaria que caíssem em mãos erradas, certamente encontra-se o código-fonte dos sistemas de controle de mísseis teleguiados. No final do ano 2000, um hacker invadiu o sistema de um laboratório de pesquisas navais em Washington, capital dos EUA, e surrupiou dois terços do código-fonte de um software que era responsável justamente por tal controle. Tratava-se do OS/COMET, da companhia Exigent Software Technology, empresa trabalhando sob contrato para o governo norte-americano. As autoridades conseguiram rastrear a origem do intruso, de codinome “Leaf”, até a universidade de Kaiserslautern, na Alemanha, mas foi só até aí que chegaram. Depois disso, a trilha simplesmente desaparecia.

O hacker anti-DRM (outubro de 2001)
Aos nossos olhos, os hackers não são necessariamente más pessoas (como deixamos claro em nossa lista dos 10 Maiores Hackers de Todos os Tempos). Muitas vezes, eles estão apenas tentando corrigir algo errado ou facilitar a vida do público consumidor de tecnologia. Foi esse o caso do hacker conhecido como Beale Screamer, cujo programa, o FreeMe, permitia aos usuários do Windows Media desvencilhar-se do famigerado DRM, sigla pela qual é mais conhecido o procedimento de segurança “digital rights management” que vem agregado a inúmeros arquivos de música e vídeo. Quando a Microsoft começou uma caçada a Beale, diversos ativistas anti-DRM passaram a tratá-lo como um verdadeiro herói tecnológico.


Dennis Kucinich no CBSNews.com (outubro de 2003)
A campanha presidencial do pré-candidato Dennis Kucinich não andava muito bem das pernas em meados de 2003 quando um hacker fez o que era preciso para dar a ela um gás renovado. Na manhã de uma sexta-feira, a homepage do CBSNews.com foi substituída pelo logotipo da campanha. A página, então, era automaticamente redirecionada para um vídeo de 30 minutos, chamado “This is the moment”, no qual o candidato expunha sua filosofia política. A campanha de Kucinich descartou oficialmente qualquer envolvimento com a invasão e quem quer que tenha sido responsável jamais foi identificado.

Hackeando inscrição na faculdade (março de 2006)
Nos Estados Unidos, não existe vestibular. Mesmo assim, esperar pela resposta de uma universidade ou colégio de graduação ao pedido de admissão causa angústia extrema a todos os potenciais candidatos. Por isso, quando um hacker conseguiu entrar no sistema automatizado de inscrições de várias dessas escolas, em 2006, foi natural que ele quisesse dividir sua proeza. Assim, dezenas e dezenas de instituições americanas de alto nível, como Harvard e Stanford, viram seus candidatos se utilizando do método para checar qual o status de seus processos de admissão. O hacker, que permanece incógnito até hoje, postou nos fóruns online da [revista] Business Week todas as instruções necessárias para uma invasão bem-sucedida – informação removida do ar pouco depois. Todos os candidatos que fizeram uso do esquema foram informados que receberiam pelo correio, muito brevemente, cartas de reprovação aos seus pedidos de admissão.

O ataque aos 26 mil sites (começo de 2008)
O MSNBC.com foi um dos milhares de sites usados por um grupo de hackers desconhecido, no início desse ano, para redirecionar seu tráfego a um código JavaScript próprio, hospedado em servidores conhecidos por espalhar malwares. O código malicioso se escondia em áreas dos sites invisíveis aos usuários, mas de onde podia ser ativado pelos hackers.

Quebra de segurança no supermercado (fevereiro de 2008)
Obscurecido apenas pela invasão da [cadeia de lojas de departamentos] T.J. Maxx em 2005, o roubo de pelo menos 1,8 mil números de cartões de crédito e de débito (além da exposição de cerca de 4,2 milhões ao todo) das redes de supermercados Hannaford e Sweetbay (ambas de propriedade do grupo belga Delhaize), ocorrido na Flórida e no nordeste dos EUA, continua sem solução, mais de seis meses após o ocorrido. Representantes das duas redes de supermercados e experts em segurança ainda não descobriram como os criminosos conseguiram acessar o sistema. A ação na T.J. Maxx se aproveitou de uma vulnerabilidade no sistema wireless de transferência utilizado em suas lojas. No entanto, a Hannaford e a Sweetbay não empregam qualquer tipo de tecnologia sem fio em seus pagamentos e transferências. Sem maiores informações, a dificuldade de identificar e capturar os responsáveis pelo roubo cresce exponencialmente a cada dia.

Redirecionando o Comcast.net (maio de 2008)
Um hackeamento engenhoso nem sempre envolve a descoberta de uma vulnerabilidade escondida ou um complicado esquema de seqüestro de dados confidenciais. Às vezes, é apenas um caso de informação preciosa que ficou comprometida. Foi mais ou menos o que aconteceu há alguns meses, quando um membro do grupo de hackers Kryogenics conseguiu acesso não-autorizado aos registros do Comcast.net, gerenciados pela empresa Network Solutions. Uma ação que teve como alvo o DNS do site, ela fazia com que as pessoas que tentassem acessar seu webmail na homepage da Comcast fossem automaticamente redirecionadas à página dos hackers (foto). Porta-vozes da Comcast e da Network Solutions ainda não descobriram como os hackers conseguiram acesso aos nomes de usuários e respectivas senhas.


Fonte: PC Magazine, (o site especifico não guardei...)

quinta-feira, 25 de junho de 2009

QR Code

atualizado....
O QR Code é uma tecnologia que poucas pessoas no Brasil conhecem. Trata-se de um aplicativo gratuito para qualquer celular que permite ao usuário apontar a câmera para uma figura, que é na verdade um código de barras 2D, e o programa transforma a imagem em uma informação específica. Na verdade o QR é uma matriz ou código de barras bi-dimensional, criado pela empresa Japonesa Denso-Wave, em 1994. O QR vem de Quick Response, pois o código pode ser interpretado rapidamente, mesmo com imagens de baixa resolução, feitas por cameras digitais em formato VGA, como as de celulares.

Inicialmente usados para catalogar diferentes partes na construção de veículos, hoje o QR Code é usado no gerenciamento de inventário em uma grande variedade de indústrias. Desde 2003, estão sendo desenvolvidas aplicações direcionadas para ajudar os usuários na entediante tarefa de adicionar dados em telefones celulares. Os QR Codes são muito comuns também em revistas e propagandas, onde usam-se os códigos para guardar endereços e URLs, além de informações pessoais detalhadas, no caso de cartões de visitas, facilitando muito a inserção destes dados em agendas de telefones celulares. Consumidores com programas de captura ou PCs com interface RS-232C, podem usar um scanner para capturar as imagens.

A empresa Kaywa, em parceria com a inglesa Lendorff, criou um cachecol geek com seu código de barras, o Invader Scarf:
QRcodes em Ponto de Ônibus


QRcode e a Pepsi
Pequeno trecho da matéria: A Pepsi do Reino Unido, está inserindo QR Codes em mais de 400 milhões de embalagens e nas prateleiras onde ficam seus produtos, para direcionar seus clientes a um site mobile especialmente criado para a campanha. Os consumidores fotografam os códigos com seus celulares, e o aparelho os direciona para o site no qual podem assistir a um vídeo clip do Rusty, ver fotos da Pepsi com os melhores acontecimentos da internet, fazer download de games para celular e baixar outros conteúdos gratuitos todos os dias.

QRcode em Lapides !!!
Uma empresa japonesa chamada Ishinokoe resolveu dar um toque mais hightech até mesmo onde os mortos nipônicos descansam em paz. Isso porque a companhia criou uma lápide com código de barras, onde os visitantes passam a câmera do seu celular sobre ela e acessam fotos, depoimentos e outras informações sobre o falecido.
Segundo a agência de notícias Reuters, a idéia da empresa é criar um espaço onde as memórias e lembranças da pessoa possam ser honradas. Além disso, o código armazenará uma relação dos visitantes que fizeram uso da tecnologia.
O código de barras usado nas lápides pertence ao padrão QR, sendo bidimensional e também é muito usado no Japão, nos mais variados produtos. Eles serão instalados em um compartimento com lacre do túmulo, onde somente os parentes terão o acesso para o manuseio dos dados. A lápide hightech custará US$ 10 mil e já está à venda em terras nipônicas.






No Brasil, o primeiro anúncio publicitário a utilizar o código QR foi publicado pela Fast Shop* em dezembro de 2007.


Mais tarde a Nova Schin* publicou um anúncio com o código em junho de 2008.

A Claro fez uma campanha utilizando o Código QR em novembro de 2008.


Também em novembro de 2008, durante o Salão do Automóvel, a Volkswagen aproveitou o código para uma pequena ação em sua estande.

O Jornal A TARDE, localizado na cidade de Salvador - Bahia tem usado o QR Code desde 10 de dezembro de 2008. Foi o primeiro jornal impresso no País - reconhecido pela Associação Nacional de Jornais(ANJ) - a utilizar o código em suas páginas como selo integrador de mídias; levando o leitor do papel-jornal ao dispositivo móvel(celular).


* Se salvar as imagens aplicar um zoom, poderá ver as propagandas com o QR code.

O QR Code está sendo cada vez mais utilizado em anúncios publicitários, videoclipes e uma série de outras situações.